Regravação de clássicos da música cristã, uma receita que dá certo

 

Nos últimos tempos, tem sido cada vez mais comum cantores do segmento gospel trazerem de volta algum sucesso do passado. Julia Vitória, recentemente, foi uma daquelas que deu início a essa nova fase com “Além do Rio Azul”, tendo incluído também alguns hinos da Harpa e do Cantor Cristão em suas composições autorais.

De lá para cá, pudemos ver grupos e ministros seguirem esta tendência, como Casa Worship, que lançou três grandes sucessos do Diante do Trono e até mesmo Gabriela Rocha, com o projeto “Ecoar” – resgatando faixas como “Espírito, Enche a Minha Vida”, “Ao Único” e “Alfa e Ômega”.
O fato é que músicas boas não envelhecem e trazê-las de volta, com os recursos de gravação disponíveis na atualidade, é uma receita infalível, pois, ao mesmo tempo que soa como algo inédito para os jovens, desperta a memória afetiva dos mais velhos, atingindo assim faixas-etárias distintas. Pensando nisso, Bruna Olly decidiu incluir a música “Vem, Espírito de Deus” em seu primeiro projeto em parceria com a Musile Records. “Essa canção foi lançada originalmente em 1992 e cantei durante toda a minha vida. Quando eu estava conversando sobre repertório com o meu produtor, ele me disse ‘O que você acha de incluir ela?’ e na hora eu me identifiquei muito”, explica Bruna.

A cantora celebra poder interpretar essa composição de Elizeu Gomes que foi gravada por grupos como Banda Rhema e Banda GerD, além das Irmãs Leonel. Esse é o terceiro single deste projeto e um dos diferenciais, além da captação de áudio ao vivo, é o quarteto de cordas, dando um toque especial ao clipe.

“Cantar sobre o Espírito Santo, nosso amigo, é algo que mexe muito comigo. A Bíblia diz que somos templo, santuário e habitação e eu espero que você possa declarar isso junto comigo: 
‘Vem, Espírito de Deus’”, reforça Bruna Olly.


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